Governo do Distrito Federal
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28/07/21 às 14h33 - Atualizado em 28/07/21 às 14h30

Funcionários do Parque da Cidade recebem capacitação sobre atendimento adequados à População LGBT

A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) realizou, nesta segunda-feira (26), o curso “Desconstruindo Preconceitos”, em parceria com a administração do Parque da Cidade, para levar aos servidores, vigilantes e seguranças que trabalham no local informações sobre atendimento humanizado ao público LGBT.

 

“Estamos formando multiplicadores de informação na busca por uma sociedade mais justa, igualitária e que se respeite sem nenhuma forma de preconceito e violência”, explica a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

 

A capacitação foi ministrada pela coordenadora de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT, Paula Benett. A proposta é capacitar, de forma didática e respeitosa, servidores e funcionários da administração pública em relação a nomenclaturas, nome social, LGBTfobia, banheiro por gênero, formas de tratamento, entre outros assuntos.

 

Além das pessoas que receberam a formação, o evento contou com as presenças do Subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Diego Moreno, da Chefe de Gabinete da SEJUS Gilce Sant’anna Teles e do Chefe da Unidade do Parque da Cidade Silvestre Rodrigues da Silva, que fizeram a abertura e participaram do curso.

 

O evento ainda contou com a participação da Coordenadora de Políticas de Promoção e Proteção dos Povos e Comunidades Tradicionais Edcleide Honório e dos interpretes de LIBRAS Raul e Luana.

De acordo com o subsecretário Diego Moreno, a falta de conhecimento sobre o tema contribui para que as pessoas tenham, mesmo que sem intenção, atitudes preconceituosas com quem tem uma identidade de gênero ou orientação sexual diferente dos padrões heterocisnormativos.

 

“Infelizmente, ainda hoje, vivemos em uma sociedade com pessoas machistas, racistas e LGBTfóbicas. E desconstruir isso não é uma tarefa tão fácil, pois está enraizado de forma estrutural e é passado de geração a geração. No que se refere à população LGBT, a maioria das pessoas não são preconceituosas, só falta conhecimento sobre a temática”, completou o subsecretário.

 

*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus)