Governo do Distrito Federal
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7/10/19 às 18h34 - Atualizado em 9/10/19 às 0h32

Cerimônia de abertura movimenta segundo dia de Grand Slam

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O Grand Slam de Brasília 2019 começou oficialmente nesta segunda-feira (7) no Centro Internacional de Convenções do Brasil, com a participação de autoridades politicas e do esporte, além do público geral que lotou a arquibancada da arena. Na cerimônia de abertura, o hino nacional brasileiro foi entoado por 150 cadetes da Academia de Polícia Militar do Distrito Federal, mestres do judô de Brasília e alunos dos Centros Olímpicos e Paralímpicos.

 

“Com orgulho e muito carinho, recebemos no dia de hoje judocas do mundo inteiro. A família judoísta de Brasília tem muito orgulho em recebê-los. Venham e aproveitem para viver profundamente essa experiência. Vivam Brasília. Todos são muito bem-vindos. Foi tudo preparado com muito carinho e cuidado”, destacou o secretário de Esporte e Lazer, Leandro Cruz, que esteve presente na mesa de honra.

 

O vice-governador Paco Britto discursou na cerimônia de abertura. “Este torneio faz parte de uma agenda de políticas públicas que tem como objetivo trazer grandes iniciativas esportivas para a cidade. É importante ressaltar que não estamos só trazendo turismo e desenvolvimento econômico. Estamos estimulando nossos jovens. Trazendo alunos dos Centros Olímpicos e Paralímpicos para visitarem o Grand Slam e verem que o esporte é uma oportunidade”.

 

Keetleyn quadros – Foto Abelardo Mendes – Rede de Esporte

Ainda nesta segunda-feira, a representante feminina do Distrito Federal, Ketleyn Quadros (- 63 kg), competiu e levou a medalha de ouro em sua categoria. “Brasília foi onde eu dei meus primeiros passos, faz parte da minha história e da minha origem. É muito bom lutar em casa e ter este tipo de evento aqui. Só tem cinco Grand Slams por ano e conquistar este ouro em casa é muito especial”, avaliou.

 

O pai da atleta, Kleber Quadros, assistiu pela primeira vez uma luta da campeã. “Estou muito contente com a vitória da minha filha. Esta é a primeira vez que eu pude assistir uma luta de perto e ainda ter oportunidade de vê-la ganhando uma medalha de ouro. Trazer o Grand Slam para Brasília foi a única oportunidade que nós tivemos para ver ela lutar de perto.  Eu nunca tinha visto ela lutar ao vivo, sempre pela TV. Nos momentos finais eu não sabia se gritava, se chorava, se comemorava. Foi muita emoção”.

 

Policiais judocas

Os cadetes da PM que participaram da cerimônia de abertura do Grand Slam treinam judô e defesa pessoal. É obrigatória a matéria nos três anos de curso de formação. Divididos em pelotões, 220 cadetes praticam a modalidade, instruídos pelo Coronel Lima Filho, responsável também pela participação do grupo no evento. “Eles estão acostumados, já que rotineiramente estão sempre cantando o hino. Mas, sem dúvida, foi um desafio”, completou o coronel.

 

Dentro da academia, o policial praticante de judô tem a obrigação de chegar até a categoria da faixa amarela. Após esse nível, ele pode escolher se deseja continuar a treinar judô, podendo evoluir até a faixa preta. O treinamento pode ser colocado em prática em competições internas, locais e nacionais. O cadete Simon Fernandes também participou da solenidade. “Fizemos parte desse grande evento. Foi uma novidade contar o hino à capela”, disse.